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dei pra sonhar, fiz tantos desvarios, rompi com o mundo, queimei meus navios [entries|archive|friends|userinfo]
et la poussière

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(no subject) [Dec. 3rd, 2007 * 01:16 am]
Então, só pra oficializar a mudança eu voltei, pra colocar o endereço certo!
http://depiednu.livejournal.com/

Au revoir.
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(no subject) [Aug. 26th, 2007 * 02:18 am]

Me deu vontade de ser impulsiva hoje, mudei de livejournal.

http://www.livejournal.com/~depiednu

Provavelmente vou me arrepender. Mas no momento, neeeem ligo.
u.u

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(no subject) [Aug. 24th, 2007 * 07:37 pm]

Estou pensando seriamente em pedir um "Pinscher" (pão, hambúrguer, ovo, milho, batata palha, tomate e alface) no "Canil Burguer", pelo telefone. Só que sem ovo, sem tomate e sem alface, só pra deixar a coisa um pouquinho mais saudável. Se eu morrer de indigestão, pelo menos não vou ter pago taxa de entrega.

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(no subject) [Aug. 23rd, 2007 * 07:20 pm]
Essa história de pagar língua é verdadeira. Mesmo adorando literatura desde que me entendo por gente, sempre torci o nariz pra poesia. Pra mim, poesia sempre era linda e falsa demais por ser tão trabalhada, ou era sincera e ruim demais por ser tão pouco "lapidada", ambas indignas de admiração. Não que agora eu tenha caido de amores pela poesia, mas eu estou começando a pensar "meu deus, poesia pode ser bom". Pague língua, Lívia Cristina, pague língua e ache doido.

No mais, eu queria passar uns cinco dias vendo a terceira temporada de 4400, jogando crash bandicoot, dormindo e comendo. Programa de gordinha tensa ftw. 




"Eu tenho um tédio enorme da vida."

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(no subject) [Aug. 8th, 2007 * 08:33 pm]
Eu já escrevi e reescrevi esse post pelo menos cinco vezes. Simplesmente nao consigo elaborar alguma coisa que faça sentido. Eu mesma não estou fazendo o menor sentido ultimamente. Eu penso, penso, penso, penso e penso mais um pouco e nao chego a nenhuma conclusão plausível, muito menos a soluções suficientemente boas pros meus problemas. Nadando contra a maré, andando em círculos, seja lá qual for a metáfora idiota, eu não estou chegando a lugar algum. Obrigada.
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(no subject) [Aug. 6th, 2007 * 03:45 pm]
Deitando no divã.

Doutor, eu preciso de alguma coisa crocante e calórica. Rápido. E isso é tudo.

Levantando do divã.
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(no subject) [Jul. 24th, 2007 * 04:22 pm]
God will forgive me, but I, I whip myself with scorn, scorn.
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(no subject) [Jul. 21st, 2007 * 01:38 pm]
Já lhe dei meu corpo, minha alegria; já estanquei meu sangue quando fervia. Olha a voz que me resta, olha a veia que salta, olha a gota que falta pro desfecho da festa; por favor... Deixe em paz meu coração que ele é um pote até aqui de mágoa, e qualquer desatenção, faça não, pode ser a gota d'água...
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Eu te amo. [Jul. 21st, 2007 * 01:56 am]
Ah, se já perdemos a noção da hora, se juntos já jogamos tudo fora, me conta agora como hei de partir; se ao te conhecer dei pra sonhar, fiz tantos desvarios, rompi com o mundo, queimei meus navios, me diz pra onde é que inda posso ir... Se nós, nas travessuras das noites eternas, já confundimos tanto as nossas pernas, diz com que pernas eu devo seguir. Se entornaste a nossa sorte pelo chão, se na bagunça do teu coração meu sangue errou de veia e se perdeu. Como, se na desordem do armário embutido seu paletó enlaça o meu vestido e o meu sapato inda pisa no teu? Como, se nos amamos feito dois pagãos, meus seios ainda estão nas tuas mãos, me explica com que cara eu vou sair. Não, acho que estás te fazendo de tonta, te dei meus olhos pra tomares conta, agora conta como hei de partir.
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(no subject) [Jul. 12th, 2007 * 11:25 pm]
Eu fico trinta bilhões de vezes mais sensível, mais nervosa, mais chata e sobretudo potencialmente magoável quando estou na tpm. Se, pra completar, eu estiver exausta, estafada e infinitamente ansiosa como eu estou agora, então... quer um conselho, meu amigo? Seja extremamente comedido, paciente, e, se puder, me dê alguns chocolates.

Quero dizer, eu quase comecei a chorar (mesmo) de raiva quando liguei o chuveiro, entrei no box, me molhei inteira e, em seguida, dei de cara com o pote de condicionador vazio. Imaginem então os efeitos que uma frase ríspida, digamos assim, pode acarretar no meu debilitado estado emocional momentâneo.











Mesmo post do meu LiveJournal "novo", voilà:
http://www.livejournal.com/~depiednu

Não vou deixar de postar aqui, e nem sei, aliás, por quê fui inventar de fazer outro, mas, enfim, que seja, então, mimimi.
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(no subject) [Jul. 12th, 2007 * 05:08 pm]
Que fique registrado: "Sensação" de chocolate branco com recheio de frutas vermelhas é a melhor coisa que eu já comi na minha vida. E eu simplesmente não posso acreditar que uma coisa dessas seja edição limitada. Cristo Redentor my ass, votem no "Sensação" de frutas vermelhas pro novo ranking das Sete Maravilhas do mundo!!

Ok, eu sei que a votação já acabou. Mas eu vou escrever pra Nestlé (ou whatever) e vou proibi-los de parar de fabricar isso. Aaahh!!
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(no subject) [Jun. 29th, 2007 * 12:40 pm]
Tantanzice (feia) do dia:

Lá estava eu, em um lugar "desconhecido" da cidade (Serra), sozinha e desprotegida, tendo que me valer dos meus próprios instintos e senso de direção pra ir embora pra casa. Ou seja, HA-HA. Desço um quarteirão da Afonso Pena a pé, paro no primeiro ponto de ônibus que eu vejo na frente, e constato na plaquinha o número de um ônibus que passa pertinho do lugar onde eu pego o meu ônibus pra ir pra casa, todos os dias, no centro. "Oba!" pensei eu, orgulhosa da minha brilhante dedução, e pra minha alegria o ônibus chegou rapidinho. Entrei e, com toda a tantanzice que deus me deu, perguntei ao motorista, como se estivesse perguntando alguma coisa realmente dificil:

- Esse ônibus passa na Afonso Pena, não passa?






(Riam. Eu deixo. Só sei que nunca mais quero ser olhada do modo que aquele motorista me olhou. Nunca mais.)
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(no subject) [Jun. 26th, 2007 * 08:13 pm]
Eu perdi a fé na humanidade.
É impressionante! Você se esforça ao máximo, faz tudo que pode e o que não pode, mas assim, não pode mesmo, e as pessoas além de não valorizarem, eu digo, nem ao menos agradecerem, ainda te provam que não têm a menor consideração com você e sua dedicação.
Eu não fiz e nem faria metade disso pra qualquer um, sabe. Mas, foi uma vez pra nunca mais.
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(no subject) [Jun. 23rd, 2007 * 09:24 am]
Ontem foi a festa de boas vindas do Arthur, que finalmente chegou depois de dez longos meses na Alemanha. Mas, como tudo no mundo, teve um lado bom e um lado ruim. O lado bom é óbvio, rever o Arthur, matar um pouquinho da saudade que todo mundo tinha dele, escutar as histórias que ele contou, ver ele tocando violão com seus amigos doidos, comer e beber coisas gostosas, et cetera. O lado ruim foi que algumas pessoas que confirmaram presença simplesmente não foram, sem nem ao menos avisar, o que deu num rombo gigante no orçamento. Eu acho isso uma palhaçada, sinceramente. E eu acharia palhaçada mesmo se isso não tivesse me afetado diretamente, nessa questão monetária; mas afetou - e muito - porque eu gastei nada mais nada menos que todo o meu dinheiro do mês pra pagar os sanduíches, esperando que todas as pessoas tivessem a decência de cumprir com a palavra. Isso sem falar na mãe do Arthur, que comprou todas as bebidas esperando que os amigos do Arthur tivessem consideração o suficiente. Mas eu acho que ela pode ter certeza de que os amigos tiveram. Enfim, eu agradeço a todas as pessoas que foram, e quem sabe a gente não faz outra festa com o que sobrou? =D

Senti a falta do meu pitchonchonwsky. Maaas, acabei de ficar vinte minutos no celular com ele! (L)
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(no subject) [Jun. 17th, 2007 * 07:23 am]
Olha, eu retiro o que disse. O fato do meu vizinho do hip hop também estar escutando o hino do galo não me consola mais. Sabem por que? Se me contassem eu não acreditaria, mas está armada uma verdadeira guerra de som no quarteirão da minha casa. Não sei se eu me lisonjeio mais em ser perturbada pelo hino do atlético ou pelo mc g3 cantando "rooollaaa, olha o cheiro da marolaaa".

Depois dessa, mesmo se eu tivesse sido o hitler e mais uns três genocidas nas minhas vidas passadas, eu estaria salva. Eu disse estaria porque estou indo ali buscar a faca de churrasco agora mesmo.







Estou possessa.
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HUAEHEAUHEU [Jun. 17th, 2007 * 07:08 am]
"Estou exausta.
Amanhã quero dormir até não querer mais, ou seja, até pelo menos duas horas da tarde.
Papai do céu, faça com que meus vizinhos se mantenham nos conformes da civilização até pelo menos meio dia. Amém"

Foi mais ou menos isso que eu postei no meu fotolog ontem à noite. Depois da meia noite pra ser mais exata.
Enquanto eu digito isso, o relógio passa de sete e nove da manhã pra sete e dez da manhã, e há aproximadamente vinte minutos eu fui acordada pelo hino do atlético. Todos os santos que me perdoem, mas eu nunca odiei tanto alguem na vida. E olha que nem é o mesmo vizinho do hip hop, só pra vocês terem uma idéia do quanto eu estou bem servida de vizinhos.
Três coisas que me consolam:
- Esse vizinho realmente não é normal. I mean, ele tem que ter algum tipo de problema mental pra não só colocar música alta antes que o relógio saia de seis da manhã, como pra posicionar as caixas de som direcionadas pro lado de fora da janela. Ele faz isso, eu não estou brincando, meu pai já viu.
- O vizinho do hip hop também está escutando, hihihi.
- Eu estou pagando todos os meus pecados com isso, absolutamente todos, dessa vida, das passadas e das futuras. A não ser que eu tenha sido o hitler, porque putaquepariu. Depois desses sábados e domingos sendo acordada pelos magníficos remix do cd do galo, eu vou pro céu, tá certo.




A massa se levanta e só dá galo, iê iê iê iê... bota pra correr!
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(no subject) [Jun. 13th, 2007 * 07:47 pm]
Hoje, como todos os outros dias da semana, eu cheguei em casa com um sono irreprimível, e dei a mim mesma a desculpa de sempre pra amenizar a dor na consciência: preciso dormir pelo menos uma hora pra manter a sanidade. Acontece que, oh, que surpresa, o meu vizinho estava com o volume do som nas alturas, então eu peguei minha coberta e meu bichinho de pelúcia (não) e fui tirar meu cochilo regenerador no quarto da minha mãe, onde o barulho não chega com tanta intensidade, mas que é três milhões de vezes mais claro que o meu, principalmente de tarde. Isso dificultou bastante a passagem pelo portal entre estar acordada e dormindo. Eis que quando eu começo a ficar lerda pelo sono, o telefone toca.

- Alõam.
- Oi, eu queria falar com a Lívia, por favor?
- Sou eu mesma.
- Oi, Lívia, aqui é a Tânia da Black, tudo bem?
- Tudo, e você?
- Tudo. Aqui, amanhã nós temos um casting (nessa hora eu estremeço de horror e todos os pêlos do meu braço se levantam, tão apavorados quanto eu) aqui às três horas, voce pode vir?
- Ô, Tânia, eu não trabalho de modelo mais não.
- Ah... não?
- Não! (mantendo a politesse)
- Ah... então tá. Brigada! Tchau.
- Tchau.

Ai, ai. Depois de muita concentração, eu retomo de onde eu estava: o estado delicioso do mais puro torpor, quando as pálpebras ficam tão pesadas que já não conseguimos mantê-las abertas, nem com muito esforço. O telefone toca outra vez. Alguma coisa me diz "fica quietinha, não atende não que é merda", e eu não faço mais que obedecer. Dez segundos depois a Diana bate na porta do quarto dizendo que o telefonema era pra mim. Oh, vida severina, por um instante eu nao respondi "diz pra eles que eu morri". Atendi por pura falta de opção.

- Alõam.
- Lívia?
- Eu.
- Oi, Lívia, aqui é a Tânia da Black, tudo bem?
- ... Tudo... e você?
- - Tudo. Aqui, amanhã nós temos um casting aqui às três horas, voce pode vir?
...
WHAT THE FUCK?? Oi? Qual o nome disso? Não acho que "prova viva da lei de murph" seja suficiente.
...
- ÔoÔô, Tânia. Você acabou de me ligar, eu acabei de te explicar que não trabalho mais como modelo, e tals.
- Ah... é?
- É! Hihihi. (risadinha nervosa)
- Anhm... (um minuto enquanto ela tenta entender o que está acontecendo) Então tá! Brigada. Tchau!
- Tchau!



... Se eu tiver úlcera aos vinte anos, não culpem o café, a causa será stress.
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(no subject) [Jun. 13th, 2007 * 07:24 pm]
Eu juro que sonho com o dia em que não precisarei dizer ao meu irmão que dar descarga e lavar as mãos são costumes da civilização, com o dia em que não precisarei aturar a existência do merda do meu vizinho e suas músicas altas e ruins, com o dia em que não terei mais aulas daquela mulher, com o dia em que não precisarei mais ver pessoas sutilmente esfregando na cara dos outros o quanto são melhores que toda a população mundial junta, com o dia em que não escutarei mais aquela pobre ceguinha gritar "dois milhões na mega sena pra amanhã!" à todo pulmão no ponto de ônibus, me fazendo lembrar que eu nunca ganharei dois milhões sem jogar na mega sena e que eu nunca ganharei dois milhões se jogar na mega sena. Não sei se fico mais irritada com isso ou com o fato dela gritar alto mesmo.
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(no subject) [Jun. 12th, 2007 * 07:53 pm]
[musique |muse - starlight]

Ai, dia dos namorados. Antigamente era um deletério, um suplício, uma tortura. Eu era uma pré-adolescente problemática, me achava magra demais, alta demais, com a bunda pequena demais e com as canelas finas demais pra encontrar um namorado. Passar o dia dos namorados sozinha aos doze anos era mais que simplesmente odiar todos os pombinhos apaixonados e saltitantes que passeavam pelas ruas de mãos dadas com os olhos caídos de amor e uma baba no cantinho da boca. Passar o doze de junho sozinha era verdadeiramente me sentir excluída de uma espécie de clã universal, como se todas as pessoas do mundo tivessem alguém pra quem escrever um bonito cartão bem meloso e comprar um presente bem lugar-comum, e a minha única alternativa fosse ficar em casa com minha bunda e minha canela. Era triste, sabe? Depois dos quatorze anos acho que eu não passei nenhum dia dos namorados sozinha, e esse já é o terceiro com o amor da minha vida, e sabe de uma coisa? Aquilo tudo era uma bobagem. Em vez de ficar desenhando um namorado na minha imaginação (eu fazia isso) e ficar inventando histórias nos meus diários (eu também fazia isso), eu devia era ter usado a "solidão" como desculpa pra fazer um desses deliciosos programas de gordinha tensa, alugar um drama e comer um pote de sorvete sozinha (e depois passar mal, eventualmente). Então, apesar de ser uma namorada das mais clichês, dessas que posta foto junto no fotolog e tudo mais, eu espero que os solteiros passem um doze de junho tão gostoso quanto o dos namorados.






Starlight, you eletrify my life.
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(no subject) [Jun. 11th, 2007 * 05:53 pm]
Hoje eu tive a segunda sessão de depilação a laser. Eu saí de lá com os braços na posição de uma asa de galinha querendo voar, putaquepariu, nunca senti uma dor dessas. E da primeira vez eu fiquei toda feliz e espalhei aos quatro cantos do mundo que não tinha doído absolutamente nada, que eu mal tinha sentido. Tudo bem que dessa vez ele aumentou a energia, mas céus, eu senti a dor de uma sessão mais a dor que era pra ter sentido na sessão passada e mais tres mil vezes a dor das duas juntas só pra calar a minha boca.

Arght!! Mais c'est la vie. Além do mais, pra nao precisar passar cera nos meus sovacos nunca mais, eu aguento. Se é pro bem dos meus sovacos e pra felicidade geral da minha pessoa, diga ao povo que fico! Sofrerei com dignidade.
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