Deixo-te
Jun. 7th, 2006 | 11:52 am
Deixo-te livre
pois o que sinto por ti
não é uma corrente
Deixo-te ir
pois sei que este
já não é mais teu lugar
Vá!
Busca teu caminho
tua felicidade
Quem sabe tu entendas
que este é o amor
mais sublime que possa existir.
Vá!
Pois quem o sente sou eu
E parte de mim o é
Uma das mais belas...
pois o que sinto por ti
não é uma corrente
Deixo-te ir
pois sei que este
já não é mais teu lugar
Vá!
Busca teu caminho
tua felicidade
Quem sabe tu entendas
que este é o amor
mais sublime que possa existir.
Vá!
Pois quem o sente sou eu
E parte de mim o é
Uma das mais belas...
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'Bout me...
Apr. 5th, 2006 | 11:31 pm
music: NdN - Dança do Tempo
You scored as Philosophy. You should be a Philosophy major! Like the Philosopher, you are contemplative and you enjoy thinking about the purpose for humanity's existence.
What is your Perfect Major? (PLEASE RATE ME!!<3) created with QuizFarm.com |
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Dreams...
Mar. 18th, 2006 | 11:38 am
Tive um sonho estranho hoje... Um sonho tão fofo, trouxe-me tanta paz!!!
Como nas últimas noites tenho ido dormir com o som ligado, quando estava prestes a acordar, sonhei com a música com a qual estava ouvindo...
Ei-la
"Eu não sou diferente de ninguém
Quase todo mundo faz assim
Eu me viro bem melhor
Quando tá mais pra bom que pra ruim
Não quero causar impacto
Nem tão pouco sensação
O que digo é muito exato
É o que cabe na canção (aqui)
Qualquer um que ouve entende,
Não precisa explicação
E se for pensar um pouco
Vai me dar toda a razão
Oh senhora, senhorita
E também o cidadão
Todo mundo que se preza, nega fogo não!
Eu não sei viver sem ter carinho
É a minha condição
Eu não sei viver triste sozinho
É a minha condição
Eu não sei viver preso fugindo
É a minha condição"
Acordei decidida a seguir em frente definitivamente, decidida a não deixar que nada me atrapalhe o caminho.
Havia uma palavra no sonho, Hemicke. Meio que Henricke, Não sei ao certo... E havia uma música...
"E o mundo estava desabando, desabando, desabando... Era um anjo lindo caindo ao meu lado..."
Algo desse gênero. Foi um sonho com pessoas reais porém com uma animação em flash junto uahuahua... Estávamos em uma rodinha (eu não conheço ninguém da rodinha nesta vida), eu estava de prosa com um rapaz e ele me falava que queria voltar com a namorada dele, que eles haviam brigado, eu estava afim do rapaz... Mas fiquei quieta. E de repente ele começou a cantar a tal da música e foi andando pra perto da namorada dele, e abraçou-a por trás, foi tão fofo. Aí abre-se um "telão" logo 'acima', 'atrás', sei lá, da rodinha, e começa a animação em flash com a palavra Hemicke e a música cuja letra colei aí em cima...
Sonho gostoso...
Como nas últimas noites tenho ido dormir com o som ligado, quando estava prestes a acordar, sonhei com a música com a qual estava ouvindo...
Ei-la
"Eu não sou diferente de ninguém
Quase todo mundo faz assim
Eu me viro bem melhor
Quando tá mais pra bom que pra ruim
Não quero causar impacto
Nem tão pouco sensação
O que digo é muito exato
É o que cabe na canção (aqui)
Qualquer um que ouve entende,
Não precisa explicação
E se for pensar um pouco
Vai me dar toda a razão
Oh senhora, senhorita
E também o cidadão
Todo mundo que se preza, nega fogo não!
Eu não sei viver sem ter carinho
É a minha condição
Eu não sei viver triste sozinho
É a minha condição
Eu não sei viver preso fugindo
É a minha condição"
Acordei decidida a seguir em frente definitivamente, decidida a não deixar que nada me atrapalhe o caminho.
Havia uma palavra no sonho, Hemicke. Meio que Henricke, Não sei ao certo... E havia uma música...
"E o mundo estava desabando, desabando, desabando... Era um anjo lindo caindo ao meu lado..."
Algo desse gênero. Foi um sonho com pessoas reais porém com uma animação em flash junto uahuahua... Estávamos em uma rodinha (eu não conheço ninguém da rodinha nesta vida), eu estava de prosa com um rapaz e ele me falava que queria voltar com a namorada dele, que eles haviam brigado, eu estava afim do rapaz... Mas fiquei quieta. E de repente ele começou a cantar a tal da música e foi andando pra perto da namorada dele, e abraçou-a por trás, foi tão fofo. Aí abre-se um "telão" logo 'acima', 'atrás', sei lá, da rodinha, e começa a animação em flash com a palavra Hemicke e a música cuja letra colei aí em cima...
Sonho gostoso...
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'bout things of life (part ONE)
Feb. 14th, 2006 | 11:03 am
The Sun - The Creating Self
Sol = Apollo (grego) / Hellos (romano)
-> descreve personalidade
Relacionado ao signo de Leão
The Moon - The Emotional Attitude
-> diâmetro de 3500km
Demeter, Hera, Artemis, Hecate, Persefone
crescente -> virgem Maria
quarto minguante -> concentração, colheita
cheia -> crescimento, emoções liberadas à flor da pele
-> subconsciente, disposição emocional, fertilidade, energias criativas, lar, família, mãe, recepção do estado de espírito alheio
Relacionada ao signo de Câncer
Mercury - The Mental Expressão
distância máxima do sol : 28º (permitindo somente conjunção)
Mercúrio = Hermes (rei do comércio)
- grande poder de persuasão
-> habilidade de comunicação, razão analítica, senso de negócios, senso comum e sagacidade
Relacionado ao signo de Gêmeos como estrela ascendente, e ao signo de Virgem como estrela descendente
Venus - The Way Of Loving
distância máxima do sol : 48º (permitindo somente conjunção)
Venus = Aphrodite (fila de Zeus)
-> Representa o desejo profundo, sacrifícios, arte, música, senso de estética, sedução
Relacionada ao signo de Touro como estrela ascendente, e ao signo de Lubra como estrela descendente
Mars - The Will To Survive
Marte = Ares (grego) = energia em curso
-> coragem, agressividade, força, bravura
Relacionado ao signo de Áries, e juntamente com Plutão, ao signo de Escorpião
Jupiter - The Guide To Higher Insight
Jupiter = Zeus (grego) + Hera
- cuida dos menores e daqueles submissos; casualmente furioso e arrogante, garanhão
-> religiosidade, moral filosófica e conhecimento ético, justiça, lei, doutrina + sorte
<> como expandir os horizontes
<> cuidar para não ser dogmático ou arrogante
Relacionado ao signo de Peixes e ao signo de Sagitário
Saturn - The Necessity of Responsability
Saturno = Chronos
- karma = causa e efeito [ Retorno de Saturno, aos 29, forma natal de Saturno em conjunção com Saturno em trânsito]
-> passado, tradição, princípios restritivos, pai
--> problemas para resolver
- traz consistência, perseverança, diligência e responsabilidade
Relacionado ao signo de Capricórnio
Urano - The Process of Emancipation
Urano é pai de Saturno, o qual castrou
- quebra de tabus e tradições
-> espírito, intuição e espontaneidade
- descreve relacionamentos com amigos como atitudes próprias perante autoridade
- pode trazer revolução ou destruição daquilo não autêntico
Relacionado ao signo de Aquário
Neptune - The Cosmic Consciousness
Netuno = Poseidon
-> decepção, misticismo, imaginação, sonhos, capacidades extra-sensoriais, clarividência, inspiração, energia criativa
Relacionado ao signo de Peixes
Pluto - The Unavoidable Change
Plutão é o rei romano do submundo
-> massas (egrégoras?), mudanças repentidas, destruição, regeneração e transformação
- Fatos atuais mundiais
Relacionado ao signo de Escorpião juntamente com Marte
Sol = Apollo (grego) / Hellos (romano)
-> descreve personalidade
Relacionado ao signo de Leão
The Moon - The Emotional Attitude
-> diâmetro de 3500km
Demeter, Hera, Artemis, Hecate, Persefone
crescente -> virgem Maria
quarto minguante -> concentração, colheita
cheia -> crescimento, emoções liberadas à flor da pele
-> subconsciente, disposição emocional, fertilidade, energias criativas, lar, família, mãe, recepção do estado de espírito alheio
Relacionada ao signo de Câncer
Mercury - The Mental Expressão
distância máxima do sol : 28º (permitindo somente conjunção)
Mercúrio = Hermes (rei do comércio)
- grande poder de persuasão
-> habilidade de comunicação, razão analítica, senso de negócios, senso comum e sagacidade
Relacionado ao signo de Gêmeos como estrela ascendente, e ao signo de Virgem como estrela descendente
Venus - The Way Of Loving
distância máxima do sol : 48º (permitindo somente conjunção)
Venus = Aphrodite (fila de Zeus)
-> Representa o desejo profundo, sacrifícios, arte, música, senso de estética, sedução
Relacionada ao signo de Touro como estrela ascendente, e ao signo de Lubra como estrela descendente
Mars - The Will To Survive
Marte = Ares (grego) = energia em curso
-> coragem, agressividade, força, bravura
Relacionado ao signo de Áries, e juntamente com Plutão, ao signo de Escorpião
Jupiter - The Guide To Higher Insight
Jupiter = Zeus (grego) + Hera
- cuida dos menores e daqueles submissos; casualmente furioso e arrogante, garanhão
-> religiosidade, moral filosófica e conhecimento ético, justiça, lei, doutrina + sorte
<> como expandir os horizontes
<> cuidar para não ser dogmático ou arrogante
Relacionado ao signo de Peixes e ao signo de Sagitário
Saturn - The Necessity of Responsability
Saturno = Chronos
- karma = causa e efeito [ Retorno de Saturno, aos 29, forma natal de Saturno em conjunção com Saturno em trânsito]
-> passado, tradição, princípios restritivos, pai
--> problemas para resolver
- traz consistência, perseverança, diligência e responsabilidade
Relacionado ao signo de Capricórnio
Urano - The Process of Emancipation
Urano é pai de Saturno, o qual castrou
- quebra de tabus e tradições
-> espírito, intuição e espontaneidade
- descreve relacionamentos com amigos como atitudes próprias perante autoridade
- pode trazer revolução ou destruição daquilo não autêntico
Relacionado ao signo de Aquário
Neptune - The Cosmic Consciousness
Netuno = Poseidon
-> decepção, misticismo, imaginação, sonhos, capacidades extra-sensoriais, clarividência, inspiração, energia criativa
Relacionado ao signo de Peixes
Pluto - The Unavoidable Change
Plutão é o rei romano do submundo
-> massas (egrégoras?), mudanças repentidas, destruição, regeneração e transformação
- Fatos atuais mundiais
Relacionado ao signo de Escorpião juntamente com Marte
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Às vezes...
Feb. 8th, 2006 | 02:17 pm
music: U2 - One
Às vezes dá vontade de deixar tudo nas mãos do destino.
Às vezes é o mais saudável.
Às vezes dá vontade de chutar o pau da barraca e mandar tudo e todos à puta que os pariu.
Às vezes isso é um erro gravíssimo.
O tempo é meu senhor
O destino é minha bússola
E assim encontrarei meu caminho
Às vezes é o mais saudável.
Às vezes dá vontade de chutar o pau da barraca e mandar tudo e todos à puta que os pariu.
Às vezes isso é um erro gravíssimo.
O tempo é meu senhor
O destino é minha bússola
E assim encontrarei meu caminho
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Que velocidade têm seus sonhos?
Feb. 1st, 2006 | 11:36 am
Suas mãos eram rápidas. Traços fortes, traços finos, traços fracos, traços grossos. E aos poucos, ali, no papel antes em branco, surgiam os riscos de uma face desconhecida. Ela colocava no papel a personalidade, a emoção, o sentir e o pensar do desconhecido à sua frente. E seus olhos brilhavam mais a cada traço. Era o encontro de sua sabedoria que ganhara com os anos, sempre a observar os gestos e os passos alheios, com o sonhar inocente de sua infância. Cada traço era como um sonho realizado, podia transformar o mundo!
Ganhava a vida desenhando, sonhando e transformando. Dava sorrisos verdadeiros aos inocentes e aos tristonhos, e desenhava um mundo cheio de oportunidades aos desesperançosos. O tempo passava rápido demais enquanto estava nas ruas desenhando, era um foguete! E quando ela chegava em casa não queria parar de sonhar, havia a noite e as estrelas como suas companhias.
Sonhou que queria ir para a Terra do Nunca, lá era o seu lugar de verdade! Lá ninguém tenta roubar ninguém, todos são sinceros com todos e sempre se ajudam. O que ela sempre fez aos outros, naquela noite, quis fazer a ela mesma. Talvez por ter se visto despida e perdida enquanto sozinha, e o tempo não passava. O tempo, em sua casa à noite, era estático, era uma pedra. Frio. Ela não quer frieza!
Então desenhou-se! Nunca havia feito isso. Mas desenhou-se não de uma forma comum, desenhou-se gorda e achou graça. Desenhou seu rosto no miolo de um girassol e sorriu. De repente ela era Santos Dumont! De repente ela voava, voava para longe... Para perto de seus sonhos, para perto do seu lugar. Desenhou-se feito palhaça. Enxergou tristeza em seu olhar e jogou fora. Desenhou-se idosa, era uma velhinha simpática e sorridente, ainda que lhe faltasse um dente! Sonhou tanto naquela noite, desenhou-se tanto... Talvez tenha alcançado a velocidade da luz. Nunca mais acordou.
Ganhava a vida desenhando, sonhando e transformando. Dava sorrisos verdadeiros aos inocentes e aos tristonhos, e desenhava um mundo cheio de oportunidades aos desesperançosos. O tempo passava rápido demais enquanto estava nas ruas desenhando, era um foguete! E quando ela chegava em casa não queria parar de sonhar, havia a noite e as estrelas como suas companhias.
Sonhou que queria ir para a Terra do Nunca, lá era o seu lugar de verdade! Lá ninguém tenta roubar ninguém, todos são sinceros com todos e sempre se ajudam. O que ela sempre fez aos outros, naquela noite, quis fazer a ela mesma. Talvez por ter se visto despida e perdida enquanto sozinha, e o tempo não passava. O tempo, em sua casa à noite, era estático, era uma pedra. Frio. Ela não quer frieza!
Então desenhou-se! Nunca havia feito isso. Mas desenhou-se não de uma forma comum, desenhou-se gorda e achou graça. Desenhou seu rosto no miolo de um girassol e sorriu. De repente ela era Santos Dumont! De repente ela voava, voava para longe... Para perto de seus sonhos, para perto do seu lugar. Desenhou-se feito palhaça. Enxergou tristeza em seu olhar e jogou fora. Desenhou-se idosa, era uma velhinha simpática e sorridente, ainda que lhe faltasse um dente! Sonhou tanto naquela noite, desenhou-se tanto... Talvez tenha alcançado a velocidade da luz. Nunca mais acordou.
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Dança do Tempo
Jan. 19th, 2006 | 01:30 pm
music: Ed Motta - Caso Sério
Olhe sempre pos dois lados,
Antes de julgar, de se manifestar,
Ou pra cruzar a rua
Pense, antes de escolher alguem pra namorar,
Alguem para ficar,
Quem sabe a vida inteira
Por favor entenda se eu pedir pra voce nao voltar tão tarde
Isso aconteceu quando no seu lugar quem estava era eu
Isso nao vai mudar até alguem encontrar outro jeito de amar
(2x)
Veja, quem são os seus amigos, com quem tu vai andar,
Se dá pra confiar em todos os sentidos
Ame, quem voce quiser, nao va se machucar
E nao esqueça de avisar
Tudo isso aos seus filhos
Por favor entenda se eu disser
Pra voce que ainda é cedo
Isso aconteceu quando no seu lugar quem estava era eu
Isso nao vai mudar até alguem encontrar outro jeito de amar
(2x)
Por isso olhe, pense, veja, ame
Olhe, pense, veja, ame
Esta é a MINHA música!
Estou deixando o tempo passar, os dias correrem, o sol continuar a iluminar meus dias - mesmo quando estes parecem sem fim - ... tudo sempre tá mudando...
Tô deixando, novamente, nas mãos do destino
Meu coração, despedaçado ou não, sangrando ou não, está aí... Batendo... Às vezes forte, às vezes fraco...
Seguir em frente é o meu caminho. E nele há muita vida para ser sentida e vivida... Só depende de mim.
*preguiça de continuar o post*
Antes de julgar, de se manifestar,
Ou pra cruzar a rua
Pense, antes de escolher alguem pra namorar,
Alguem para ficar,
Quem sabe a vida inteira
Por favor entenda se eu pedir pra voce nao voltar tão tarde
Isso aconteceu quando no seu lugar quem estava era eu
Isso nao vai mudar até alguem encontrar outro jeito de amar
(2x)
Veja, quem são os seus amigos, com quem tu vai andar,
Se dá pra confiar em todos os sentidos
Ame, quem voce quiser, nao va se machucar
E nao esqueça de avisar
Tudo isso aos seus filhos
Por favor entenda se eu disser
Pra voce que ainda é cedo
Isso aconteceu quando no seu lugar quem estava era eu
Isso nao vai mudar até alguem encontrar outro jeito de amar
(2x)
Por isso olhe, pense, veja, ame
Olhe, pense, veja, ame
Esta é a MINHA música!
Estou deixando o tempo passar, os dias correrem, o sol continuar a iluminar meus dias - mesmo quando estes parecem sem fim - ... tudo sempre tá mudando...
Tô deixando, novamente, nas mãos do destino
Meu coração, despedaçado ou não, sangrando ou não, está aí... Batendo... Às vezes forte, às vezes fraco...
Seguir em frente é o meu caminho. E nele há muita vida para ser sentida e vivida... Só depende de mim.
*preguiça de continuar o post*
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U - EFE - PE - ERRE !
Jan. 13th, 2006 | 11:11 am
Bah, só pra constar, tô com preguiça de contar o resto da saga do dia 10/01
aiuuhaiuhiuahuia
vou tentar continuar até onde minha paciência conseguir :P
Caí na lama!!!! Maíra ficou só com a mãozinha pra fora da lama! Lama, lama, lama, lama.......... Lama!!!!!! Muita lama!!!! Em tudo quanto é lado! Em tudo quanto é buraco (ui)! Puxaram minha mão, salvaram-me! "Tenta tirar um pouco da lama do rosto que você já melhora" *Maíra passando as mãos incansavelmente no rosto, nada da lama sair* *Maíra volta a enxergar* (detalhe que nem sei quem falou preu tirar a lama do rosto, foi uma voz do além!!!) *Maíra tenta desesperadamente sair do buraco de lama* "ahhh tomara que não joguem esse cara em cima de mim!!!!!!" *Maíra consegue sair do buraco de lama* "e agora, cadê minhas coisas? cadê o puto do Diego? quem foi o carinha que me jogou aqui? ai ai ai, fodeu, mas eu dou um jeito. Antes de tudo, uma torneira!" "Ei moço, por favor, você sabe onde tem uma torneira?" *rapaz me olha torto* "Jesus Nossa Senhora! auhuahuaha, eu não sei onde tem uma torneira!!! pergunta pro pessoal da UFPR mesmo" "ahhh mas como que eu vou reconhecer esse povo?" "eles tão com crachá" "se eu enxergasse algum crachá...... Obrigada!!!" *Maíra caminhando aleatoriamente até chegar n'outra barraquinha* "moça, onde tem uma torneira?" "olha eu não sei, mas você pode comprar uma camiseta!" "aaaahh sem chance, tô sem minhas coisas!! brigada!". Não lembro quem me indicou pra descer umas escadas lá na pqp que lá havia uma torneira. à caminho... *Maíra vê Washington* *Maíra sai correndo em direção ao Washington* "Waaaaaashtingoooonnn!!!!" "e aí, passou???" "Passssei cara!!!! Muito bom!!! E você??" "Passei também!!!!!!!" "Aaaeee parabéns!!!!!!! Ow você sabe onde tem uma torneira??" "ahh ali ó, você segue em direção àquele caminhão e antes dele tem uma torneira" "Que caminhão????... eu to sem óculos" "Ali ó, tá vendo aquele carro?" "Que carro? AIUHiuAHuiaHIuA" "ahh ali aquele povo ali, vai em direção que cê acha!!" "ahhhhh.... achei o caminhão!!!!!!!! tá longe......... mas valeu mesmo assim!!!!!!!!" *Maíra caminhando em direção ao caminhão* "Nossa, bem mais perto a torneira! putz, fila..." *Maíra conversando com o povo da fila da mangueira* "Que friooooo da powhaaaaaaa... cês passaram em quê? bla bla bla" (essa parte não teve graça nenhuma) As meninas com quem puxei papo saíram da fila, comecei a conversar com a mulher que estava a minha frente, ela nem estava tão suja.. Conversa vai, conversa vem, ela me ajudou a tirar toda aquela lama e me ofereceu carona até o Campo Comprido, YEY! Fiquei toda feliz.. "É só eu achar minhas coisas que eu volto aqui e a hora que cês quiserem ir a gente vai" *Maíra em busca das coisas perdidas* *Maíra encontra amiga, conversa um pouco e continua sua busca* "Dieeeeeegooo, cadê minhas coisas?" "Aí vem comigo, eu guardei aqui..." "pronto, agora é só achar a carona...... putzzzzz tá começando a chover" *Maíra em busca de Solange (mulher da carona)* *Maíra NÃO encontra Solange* "então vou atrás do povo do cursinho oras! nem encontrei a Daiane (menina que estudou na minha sala e com quem eu havia combinado de ir lá)" Achei um povo do cursinho, mas não a Daiane. Chuva, chuva, muita chuva! *Maíra se protege atrás de uma 'parede' esburaca de metal pintada de azul, junto com um povo do cursinho que nunca vi na vida* Frio, frio, muito frio!!!! Uma hora desistimos de nos proteger e todos saímos. Parecia coisa de guerra, daímos de detrás da paradinha e cada um foi prum lado, como que pra despistar o adversário, iuahiuahuia. Decidi voltar na mangueira e tentar tirar um pouco mais da lama. *Maíra na fila da mangueira de novo, puxando conversa com um povo que nunca viu na vida do cursinho concorrente* *Maíra avista amigo na fila um pouco mais à frente* "Jaaaaaaaaaaiiiime! Seeeeerrr!!!!!!!!!!!!!! Você passou!!!!! AAAEEEEEE!!!!!!!!" "Você também passssou! AAAAAAAAEEEEEEE! Parabéns pra nós!!!!!!" *Maíra e Jaime se abraçam* "Posso ficar por aqui na fila?" "Pode, pode" *Maíra fura fila da mangueira* "Jaime, como cê vai voltar pra casa?" "Ahh quero ver se vou de moto com um camarada meu" "Vixeee eu nem sei como eu vou fazer pra voltar pra casa, tô de busão!!" Rapaz de trás com quem eu antes havia puxado papo: "Ah eu vou pro centro, se cê quiser ir comigo, mas vou de busão também" "Ah beleza, eu só quero sair daqui! uahIUHuai" Chuva chuva, frio frio.. "Será que tá passando algum ônibus naquele tubo ou o povo ali tá se protegendo da chuva?" "Ah vamos lá perguntar". O povo não sabia se passava algum ônibus ali. "Então vamos perguntar pro policial ali" "ihh num tá passando ônibus nenhum aqui não, só lá em cima, o inter2" "Bora lá, Bruno!!". À caminho... avistamos uns mino-ônibus do cursinho concorrente ao meu, e no qual o Bruno estudou. Bruno pergunta pro motorista pronde vai "Vai la pra sede da Vicente Machado" *Bruno entra no mini-ônibus* *Maíra fica olhando e age impulsivamente* "E eu posso ir também?" "Sobe aí" *Maíra ouve conversa do povo do minibus, tudo falando dos cursinhos concorrentes, e do meu também, Maíra finge que não é com ela*. Minibus parte... E vai parando aos poucos. Chuva. Passando pela Vicente Machado, ele não pára. "Ihh e agora, o Bruno já desceu... que que eu vou fazer? .. vamos ver onde que vai parar". Minibus pára na praça Osório. *Maíra salta do minibus e finge que tá no ponto do ônibus comum que passa ali* "Xo dar um tempo por aqui preu poder sair de fininho..... pqp que frio!! preciso de uma blusa" *Maíra caminha na direção oposta do povo do minibus e fica na entrada de um Edifício protegendo-se do vento e tremendo* *Maíra pede socorro por msg no celular "uma blusa que possa sujar, por favor!!!"* O socorro demora mas chega. Visto a blusa e vou meio capengando em direção à praça onde pego busão pra ir pra casa. O socorro me acompanha. "Você tá nojenta, Maíra!!!!" "É, eu sei!!!!!!!!"
Busão chega. Tô no busão. Pessoas olhando torto para mim, eu com celular na mão. "Devem tá pensando que sou maloqueira" [Minha descrição neste momento: tenis, calça, mochila, tudo enlameado. e com uma camiseta laranja 'POUCO' chamativa de manga comprida. Cabelo nojento também.] Chego no terminal dando risada. "EU PASSEI NA FEDERAAAAALLLL AHHHHH". Pego busão no terminal. Amiga da minha vó começa a puxar papo. "Ahh você passou na Federal, parabéns, bla bla bla" "Obrigada!!!!!!! Bla bla bla". Chego em casa, finalmente, ufa! Mãe: "Você não vai entrar em casa nesse estado!!" *Maíra fazendo striptease na porta de casa e indo direto pro banho*
THE END!
AEIUhEAIUhieauhiuAEHiuAEHiuAEHIUheAIU
aiuuhaiuhiuahuia
vou tentar continuar até onde minha paciência conseguir :P
Caí na lama!!!! Maíra ficou só com a mãozinha pra fora da lama! Lama, lama, lama, lama.......... Lama!!!!!! Muita lama!!!! Em tudo quanto é lado! Em tudo quanto é buraco (ui)! Puxaram minha mão, salvaram-me! "Tenta tirar um pouco da lama do rosto que você já melhora" *Maíra passando as mãos incansavelmente no rosto, nada da lama sair* *Maíra volta a enxergar* (detalhe que nem sei quem falou preu tirar a lama do rosto, foi uma voz do além!!!) *Maíra tenta desesperadamente sair do buraco de lama* "ahhh tomara que não joguem esse cara em cima de mim!!!!!!" *Maíra consegue sair do buraco de lama* "e agora, cadê minhas coisas? cadê o puto do Diego? quem foi o carinha que me jogou aqui? ai ai ai, fodeu, mas eu dou um jeito. Antes de tudo, uma torneira!" "Ei moço, por favor, você sabe onde tem uma torneira?" *rapaz me olha torto* "Jesus Nossa Senhora! auhuahuaha, eu não sei onde tem uma torneira!!! pergunta pro pessoal da UFPR mesmo" "ahhh mas como que eu vou reconhecer esse povo?" "eles tão com crachá" "se eu enxergasse algum crachá...... Obrigada!!!" *Maíra caminhando aleatoriamente até chegar n'outra barraquinha* "moça, onde tem uma torneira?" "olha eu não sei, mas você pode comprar uma camiseta!" "aaaahh sem chance, tô sem minhas coisas!! brigada!". Não lembro quem me indicou pra descer umas escadas lá na pqp que lá havia uma torneira. à caminho... *Maíra vê Washington* *Maíra sai correndo em direção ao Washington* "Waaaaaashtingoooonnn!!!!" "e aí, passou???" "Passssei cara!!!! Muito bom!!! E você??" "Passei também!!!!!!!" "Aaaeee parabéns!!!!!!! Ow você sabe onde tem uma torneira??" "ahh ali ó, você segue em direção àquele caminhão e antes dele tem uma torneira" "Que caminhão????... eu to sem óculos" "Ali ó, tá vendo aquele carro?" "Que carro? AIUHiuAHuiaHIuA" "ahh ali aquele povo ali, vai em direção que cê acha!!" "ahhhhh.... achei o caminhão!!!!!!!! tá longe......... mas valeu mesmo assim!!!!!!!!" *Maíra caminhando em direção ao caminhão* "Nossa, bem mais perto a torneira! putz, fila..." *Maíra conversando com o povo da fila da mangueira* "Que friooooo da powhaaaaaaa... cês passaram em quê? bla bla bla" (essa parte não teve graça nenhuma) As meninas com quem puxei papo saíram da fila, comecei a conversar com a mulher que estava a minha frente, ela nem estava tão suja.. Conversa vai, conversa vem, ela me ajudou a tirar toda aquela lama e me ofereceu carona até o Campo Comprido, YEY! Fiquei toda feliz.. "É só eu achar minhas coisas que eu volto aqui e a hora que cês quiserem ir a gente vai" *Maíra em busca das coisas perdidas* *Maíra encontra amiga, conversa um pouco e continua sua busca* "Dieeeeeegooo, cadê minhas coisas?" "Aí vem comigo, eu guardei aqui..." "pronto, agora é só achar a carona...... putzzzzz tá começando a chover" *Maíra em busca de Solange (mulher da carona)* *Maíra NÃO encontra Solange* "então vou atrás do povo do cursinho oras! nem encontrei a Daiane (menina que estudou na minha sala e com quem eu havia combinado de ir lá)" Achei um povo do cursinho, mas não a Daiane. Chuva, chuva, muita chuva! *Maíra se protege atrás de uma 'parede' esburaca de metal pintada de azul, junto com um povo do cursinho que nunca vi na vida* Frio, frio, muito frio!!!! Uma hora desistimos de nos proteger e todos saímos. Parecia coisa de guerra, daímos de detrás da paradinha e cada um foi prum lado, como que pra despistar o adversário, iuahiuahuia. Decidi voltar na mangueira e tentar tirar um pouco mais da lama. *Maíra na fila da mangueira de novo, puxando conversa com um povo que nunca viu na vida do cursinho concorrente* *Maíra avista amigo na fila um pouco mais à frente* "Jaaaaaaaaaaiiiime! Seeeeerrr!!!!!!!!!!!!!! Você passou!!!!! AAAEEEEEE!!!!!!!!" "Você também passssou! AAAAAAAAEEEEEEE! Parabéns pra nós!!!!!!" *Maíra e Jaime se abraçam* "Posso ficar por aqui na fila?" "Pode, pode" *Maíra fura fila da mangueira* "Jaime, como cê vai voltar pra casa?" "Ahh quero ver se vou de moto com um camarada meu" "Vixeee eu nem sei como eu vou fazer pra voltar pra casa, tô de busão!!" Rapaz de trás com quem eu antes havia puxado papo: "Ah eu vou pro centro, se cê quiser ir comigo, mas vou de busão também" "Ah beleza, eu só quero sair daqui! uahIUHuai" Chuva chuva, frio frio.. "Será que tá passando algum ônibus naquele tubo ou o povo ali tá se protegendo da chuva?" "Ah vamos lá perguntar". O povo não sabia se passava algum ônibus ali. "Então vamos perguntar pro policial ali" "ihh num tá passando ônibus nenhum aqui não, só lá em cima, o inter2" "Bora lá, Bruno!!". À caminho... avistamos uns mino-ônibus do cursinho concorrente ao meu, e no qual o Bruno estudou. Bruno pergunta pro motorista pronde vai "Vai la pra sede da Vicente Machado" *Bruno entra no mini-ônibus* *Maíra fica olhando e age impulsivamente* "E eu posso ir também?" "Sobe aí" *Maíra ouve conversa do povo do minibus, tudo falando dos cursinhos concorrentes, e do meu também, Maíra finge que não é com ela*. Minibus parte... E vai parando aos poucos. Chuva. Passando pela Vicente Machado, ele não pára. "Ihh e agora, o Bruno já desceu... que que eu vou fazer? .. vamos ver onde que vai parar". Minibus pára na praça Osório. *Maíra salta do minibus e finge que tá no ponto do ônibus comum que passa ali* "Xo dar um tempo por aqui preu poder sair de fininho..... pqp que frio!! preciso de uma blusa" *Maíra caminha na direção oposta do povo do minibus e fica na entrada de um Edifício protegendo-se do vento e tremendo* *Maíra pede socorro por msg no celular "uma blusa que possa sujar, por favor!!!"* O socorro demora mas chega. Visto a blusa e vou meio capengando em direção à praça onde pego busão pra ir pra casa. O socorro me acompanha. "Você tá nojenta, Maíra!!!!" "É, eu sei!!!!!!!!"
Busão chega. Tô no busão. Pessoas olhando torto para mim, eu com celular na mão. "Devem tá pensando que sou maloqueira" [Minha descrição neste momento: tenis, calça, mochila, tudo enlameado. e com uma camiseta laranja 'POUCO' chamativa de manga comprida. Cabelo nojento também.] Chego no terminal dando risada. "EU PASSEI NA FEDERAAAAALLLL AHHHHH". Pego busão no terminal. Amiga da minha vó começa a puxar papo. "Ahh você passou na Federal, parabéns, bla bla bla" "Obrigada!!!!!!! Bla bla bla". Chego em casa, finalmente, ufa! Mãe: "Você não vai entrar em casa nesse estado!!" *Maíra fazendo striptease na porta de casa e indo direto pro banho*
THE END!
AEIUhEAIUhieauhiuAEHiuAEHiuAEHIUheAIU
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U - EFE - PE - ERRE !
Jan. 11th, 2006 | 11:56 am
Uh terere! Eu passei! Lalalalal! \o/
Ontem foi um dia shoooow de bola!
Acordei, tentei combinar alguma coisa com qlq ppessoa para ir para o Politécnico - onde ocorreria então a festança e a lamança - meio que consegui. Ok. Meio dia estou eu almoçando, meio dia e meia minha irmã chega de viagem. "Má, vai comigo até lá?" "Maíra, acabei de chegar de viagem" "ok". *Maíra frusted because all in her importants events, she went alone* (mas já tô acostumada). Peguei minha mochilinha, pananana, tô quase no ponto do busão. Oh shit, mochila pesada, volta rapidinho. Toca interfone. "Mãe, busca o casaco aqui, acho que não vou usá-lo e tá fazendo peso na mochila". De volta ao ponto do bus, ele passa. Lalala. Viajo mentalmente enquanto viajo para o outro lado da cidade. Terminal. Ok, troca de bus, vez do verdinho agora. Lalala... Long way... till another terminal. Opa, quase pego o bus certo no lugar errado, aqui é somente o desembarque! E ainda tropeço enquanto subo na paradinha... O motorista viu. Dei risada e fiz 'joinha' pra ele, ele me retornou o 'joinha'. Ok, man. Atravesso o terminal. Chego ao outro lado, opa, busão já chegou! Eba! ... Mais viagem mental. Quase áurica também. Eu não estava ali, somente meu corpo estava... O centro todo passando pela janela... "será que de repente eu veria....?" nanana, passou. "Próxima parada Jd Botânico". É aqui que eu desço! "Ei moça, como eu faço pra chegar ao Politécnico?" "Você segue ali, vai contornando o Jd Botânico e aí lá embaixo, quando acabar o Jd Botânico, vire à esquerda" "Obrigada!" Lalalala... Sigo caminhando e ainda fora de meu corpo. "Já são quase 14h. Imagina se minha mãe liga no celu e eu ainda nem cheguei lá... Qual seria minha reação ao celular tocando?" passo atrás de passo. O celular toca. "Opa, é a hora! 'Casa chamando'" "Alô?" "Maíra você passssouuu!!!!! AAAAAAAHHHHHH PARABENSSSSSSSS AAAAHHHH VOCE PASSOOOUUUU AAAAHHHHH" .. (exagerei nos AAAAH mas é que a mãe fez mais festa do que eu). I really don't remember what i said that time. "Ahhh é!!! Eu não acreditooo!!!" "Éééé, você passou pra segunda chamada!!! Primeiro a gente acho que cê não tinha passado, a Mariana viu na primeira chamada e não tinha seu nome!! Aí desceu a barrinha e tava lá!! Onde cê tá?" "AAAHHHHHHH EU PASSSSEEEIIIIII!!!!!!!!!!!! Eu ainda tô indo no politécnico, tô do lado do Botânico" "Vou ligar pra Tia agora, beijo". Tu tu tu... Passo atrás de passo. "é, até que eu reagi bem!! *rapaz de bicicleta passando ao lado* "Oooow... desculpa.. mas você sabe como eu faço pra chegar no Politécnico??" "Ahmm segue em frente e ali depois cê vira à esquerda, eu to indo pra lá" "Federal? Cê fez?" "Não, não, eu já estudo lá. E você?" "Eu fiz, tô indo lá pra festa e encontrar uma amiga minha!" "E aí, passou??" "Passei véio, pra segunda chamada mas passei!!!" *rapaz desce da bicicleta* ... *rapaz vem em minha direção* "Oo parabéns!!! Parabéns mesmo porque federal é foda!!" *rapaz me abraça* "Ah obrigada!!!!" "Você ficou sabendo agora?" "É, minha mãe me ligou e falou que eu havia passado... Você foi o primeiro a me dar parabéns pessoalmente!!!!! Sentiu a honra??" "AUHuAHUhAUHuAHU, que que eu tô falando!!!" "pooo que honra..." .. e por aí vai. Ele me explicou o caminho para chegar aonde tava rolando a festança. Chego lá, não encontro nada nem ninguém conhecido. "já que tá puta calor e não encontro ninguém, vou comprar uma cerveja... eita merda, só tem kaiser!!! vai né, fazer o quê..." *Maíra levanta os olhos para a barraquinha ao lado. Maíra paga e pega a cerveja e vai em direção à parte de trás da barraquinha ao lado* "DIEGO SEU PUTOOOO!!!!"
- AIUHUIAHUIhAUIhAUIHuiAHIU eu nunca esquecerei isso!!!! - *Diego me olha estranho com um sorriso do tipo 'eu não lembro de você mas não quero demonstrar isso'* "Haaaa.. Eu te conheço mas você não me conhece!!! Sou a irmã da Mariana, a Pichi!!" "AAaahhh você passou que legal, eu não te conhecia, nem sabia que cê tava fazendo vestiba, mas vem cá que vou te apresentar pra calourada!!" *Diego me arrastando no meio daquele povo. Dei dois goles na Kaiser-horrível* Chegamos juntos aos calouros. (voz masculina) "Ahhhh você passou, vai ter que cair na lama!!!!!!!!" (voz feminina) "Tira o óculos dela, a mochila, a mochila!!" *Pegaram meu celular, meu óculos, minha mochila... e ME pegaram no colo... e ME jogaram na lama!!!*
(depois continua... Duda chegou aqui agora!!!)
Ontem foi um dia shoooow de bola!
Acordei, tentei combinar alguma coisa com qlq ppessoa para ir para o Politécnico - onde ocorreria então a festança e a lamança - meio que consegui. Ok. Meio dia estou eu almoçando, meio dia e meia minha irmã chega de viagem. "Má, vai comigo até lá?" "Maíra, acabei de chegar de viagem" "ok". *Maíra frusted because all in her importants events, she went alone* (mas já tô acostumada). Peguei minha mochilinha, pananana, tô quase no ponto do busão. Oh shit, mochila pesada, volta rapidinho. Toca interfone. "Mãe, busca o casaco aqui, acho que não vou usá-lo e tá fazendo peso na mochila". De volta ao ponto do bus, ele passa. Lalala. Viajo mentalmente enquanto viajo para o outro lado da cidade. Terminal. Ok, troca de bus, vez do verdinho agora. Lalala... Long way... till another terminal. Opa, quase pego o bus certo no lugar errado, aqui é somente o desembarque! E ainda tropeço enquanto subo na paradinha... O motorista viu. Dei risada e fiz 'joinha' pra ele, ele me retornou o 'joinha'. Ok, man. Atravesso o terminal. Chego ao outro lado, opa, busão já chegou! Eba! ... Mais viagem mental. Quase áurica também. Eu não estava ali, somente meu corpo estava... O centro todo passando pela janela... "será que de repente eu veria....?" nanana, passou. "Próxima parada Jd Botânico". É aqui que eu desço! "Ei moça, como eu faço pra chegar ao Politécnico?" "Você segue ali, vai contornando o Jd Botânico e aí lá embaixo, quando acabar o Jd Botânico, vire à esquerda" "Obrigada!" Lalalala... Sigo caminhando e ainda fora de meu corpo. "Já são quase 14h. Imagina se minha mãe liga no celu e eu ainda nem cheguei lá... Qual seria minha reação ao celular tocando?" passo atrás de passo. O celular toca. "Opa, é a hora! 'Casa chamando'" "Alô?" "Maíra você passssouuu!!!!! AAAAAAAHHHHHH PARABENSSSSSSSS AAAAHHHH VOCE PASSOOOUUUU AAAAHHHHH" .. (exagerei nos AAAAH mas é que a mãe fez mais festa do que eu). I really don't remember what i said that time. "Ahhh é!!! Eu não acreditooo!!!" "Éééé, você passou pra segunda chamada!!! Primeiro a gente acho que cê não tinha passado, a Mariana viu na primeira chamada e não tinha seu nome!! Aí desceu a barrinha e tava lá!! Onde cê tá?" "AAAHHHHHHH EU PASSSSEEEIIIIII!!!!!!!!!!!! Eu ainda tô indo no politécnico, tô do lado do Botânico" "Vou ligar pra Tia agora, beijo". Tu tu tu... Passo atrás de passo. "é, até que eu reagi bem!! *rapaz de bicicleta passando ao lado* "Oooow... desculpa.. mas você sabe como eu faço pra chegar no Politécnico??" "Ahmm segue em frente e ali depois cê vira à esquerda, eu to indo pra lá" "Federal? Cê fez?" "Não, não, eu já estudo lá. E você?" "Eu fiz, tô indo lá pra festa e encontrar uma amiga minha!" "E aí, passou??" "Passei véio, pra segunda chamada mas passei!!!" *rapaz desce da bicicleta* ... *rapaz vem em minha direção* "Oo parabéns!!! Parabéns mesmo porque federal é foda!!" *rapaz me abraça* "Ah obrigada!!!!" "Você ficou sabendo agora?" "É, minha mãe me ligou e falou que eu havia passado... Você foi o primeiro a me dar parabéns pessoalmente!!!!! Sentiu a honra??" "AUHuAHUhAUHuAHU, que que eu tô falando!!!" "pooo que honra..." .. e por aí vai. Ele me explicou o caminho para chegar aonde tava rolando a festança. Chego lá, não encontro nada nem ninguém conhecido. "já que tá puta calor e não encontro ninguém, vou comprar uma cerveja... eita merda, só tem kaiser!!! vai né, fazer o quê..." *Maíra levanta os olhos para a barraquinha ao lado. Maíra paga e pega a cerveja e vai em direção à parte de trás da barraquinha ao lado* "DIEGO SEU PUTOOOO!!!!"
- AIUHUIAHUIhAUIhAUIHuiAHIU eu nunca esquecerei isso!!!! - *Diego me olha estranho com um sorriso do tipo 'eu não lembro de você mas não quero demonstrar isso'* "Haaaa.. Eu te conheço mas você não me conhece!!! Sou a irmã da Mariana, a Pichi!!" "AAaahhh você passou que legal, eu não te conhecia, nem sabia que cê tava fazendo vestiba, mas vem cá que vou te apresentar pra calourada!!" *Diego me arrastando no meio daquele povo. Dei dois goles na Kaiser-horrível* Chegamos juntos aos calouros. (voz masculina) "Ahhhh você passou, vai ter que cair na lama!!!!!!!!" (voz feminina) "Tira o óculos dela, a mochila, a mochila!!" *Pegaram meu celular, meu óculos, minha mochila... e ME pegaram no colo... e ME jogaram na lama!!!*
(depois continua... Duda chegou aqui agora!!!)
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Castelos de areia
Jan. 5th, 2006 | 07:08 pm
music: Jota Quest - Todas As Janelas
Dentre tantos sonhos e desejos, dentre tantas realidades encaradas...
Descubro-me dentro de um castelo de areia
Paredes feitas de mentiras, o teto de ilusão, o chão de sentimentos rarefeitos...
Quando você vê sua vida se desfazendo em questão de poucos dias
Quando você já não encontra forças para continuar de cabeça erguida
O jeito é procurar um canto escuro e deixar as lágrimas rolarem até a recuperação do fôlego... Até conseguir enxergar a fresta de luz que penetra no ambiente através da janela... Até conseguir deixar tudo para trás.
"... a mais completa certeza de que tudo vai dar certo..."
Descubro-me dentro de um castelo de areia
Paredes feitas de mentiras, o teto de ilusão, o chão de sentimentos rarefeitos...
Quando você vê sua vida se desfazendo em questão de poucos dias
Quando você já não encontra forças para continuar de cabeça erguida
O jeito é procurar um canto escuro e deixar as lágrimas rolarem até a recuperação do fôlego... Até conseguir enxergar a fresta de luz que penetra no ambiente através da janela... Até conseguir deixar tudo para trás.
"... a mais completa certeza de que tudo vai dar certo..."
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Ciaos
Dec. 30th, 2005 | 12:13 pm
Boas Festas à todos!!!
Que encham o cu de cachaça e dancem La Conga sem roupa no meio da festa!!!
AUIHuiAHUiA
Não tenham juízo, crianças!!!
Que encham o cu de cachaça e dancem La Conga sem roupa no meio da festa!!!
AUIHuiAHUiA
Não tenham juízo, crianças!!!
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Enquanto Ela Não Chegar...
Dec. 18th, 2005 | 02:56 pm
mood:
hopeful
music: Reação em Cadeia - Espero
Quantas coisas eu ainda vou provar
E quantas vezes para a porta eu vou olhar
Quantos carros nessa rua vão passar
Enquanto ela não chegar
Quantos dias eu ainda vou esperar
E quantas estrelas eu vou tentar contar
E quantas luzes na cidade vão se apagar
Enquanto ela não chegar
Eu tenho andado tão sozinho
Que eu nem sei no que acreditar
E a paz que busco agora
Nem a dor vai me negar
Não deixe o sol morrer
Errar é aprender
Viver é deixar viver
Não deixe o sol morrer
Errar é aprender
Viver é deixar viver
Quantas besteiras eu ainda vou pensar
E quantos sonhos no tempo vão se esfarelar
Quantas vezes vou me criticar
Enquanto ela não chegar
Eu tenho andado tão sozinho
Que eu nem sei no que acreditar
E a paz que busco agora
Nem a dor vai me negar
Não deixe o sol morrer
Errar é aprender
Viver é deixar viver
Não deixe o sol morrer
Errar é aprender
Viver é deixar, é deixar
É deixar viver
É deixar viver
Viver é deixar viver
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(no subject)
Dec. 2nd, 2005 | 11:33 pm
You Are 21 Years Old |
![]() Under 12: You are a kid at heart. You still have an optimistic life view - and you look at the world with awe. 13-19: You are a teenager at heart. You question authority and are still trying to find your place in this world. 20-29: You are a twentysomething at heart. You feel excited about what's to come... love, work, and new experiences. 30-39: You are a thirtysomething at heart. You've had a taste of success and true love, but you want more! 40+: You are a mature adult. You've been through most of the ups and downs of life already. Now you get to sit back and relax. |
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(no subject)
Nov. 25th, 2005 | 12:45 am
mood:
hopeful
music: Drive - Tudo Que Eu Sempre Quis
Mas antes de tudo...
FELIZ ANIVERSÁRIO, MAAHHHHHHHHHH!
tudo de bom pra você!!!!!!! que você consiga conquistar todos os seus objetivos - ou pelo menos a maioria deles - pois a vida não é feita somente de vitórias... Saber perder também é uma forma de vencer.
Que você tenha a calma de uma tartaruga - com o que/quem merece
Que você saiba oferecer seu ombro e sua mão a quem saiba valorizá-lo
Que você tenha a coragem necessária para fazer as mudanças necessárias
Que agora, com mais um ano de vida, você crie juízo (mentiiiiiiiiira.. sem juízo é beeeeeem melhor!)
Que o caminho para o seu amor seja iluminado no momento certo
Que você tenha a força necessária para levantar-se sempre que preciso, sempre que se ver completamente sozinha num quarto escuro em uma chuvosa noite fria
E que ao lado você me enxergue (: mesmo que no escuro. Ao seu lado. Com a mão estendida.
Estarei sempre ao seu lado. Não esqueça.
Amo você! Muito! E mais uma vez, parabéns!
----------------------
fim do post à irmã
----------------------
Era tudo que eu sempre quis
Quem sabe a gente pode ser feliz
Eu espero apenas pelo teu olhar
Será que está tão longe daqui
Ou de qualquer lugar
Eu não sei mais o que vou fazer
Com essa mania de vc
Porque tudo não volta a ser
Como era antes de te conhecer
Um dia após o outro
sem se preocupar com o
amanhã
Eu preciso de muito mais
Não é pouco que me satisfaz
Não pense que vou olhar pra trás
By: gregos & troianos
FELIZ ANIVERSÁRIO, MAAHHHHHHHHHH!
tudo de bom pra você!!!!!!! que você consiga conquistar todos os seus objetivos - ou pelo menos a maioria deles - pois a vida não é feita somente de vitórias... Saber perder também é uma forma de vencer.
Que você tenha a calma de uma tartaruga - com o que/quem merece
Que você saiba oferecer seu ombro e sua mão a quem saiba valorizá-lo
Que você tenha a coragem necessária para fazer as mudanças necessárias
Que agora, com mais um ano de vida, você crie juízo (mentiiiiiiiiira.. sem juízo é beeeeeem melhor!)
Que o caminho para o seu amor seja iluminado no momento certo
Que você tenha a força necessária para levantar-se sempre que preciso, sempre que se ver completamente sozinha num quarto escuro em uma chuvosa noite fria
E que ao lado você me enxergue (: mesmo que no escuro. Ao seu lado. Com a mão estendida.
Estarei sempre ao seu lado. Não esqueça.
Amo você! Muito! E mais uma vez, parabéns!
----------------------
fim do post à irmã
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Era tudo que eu sempre quis
Quem sabe a gente pode ser feliz
Eu espero apenas pelo teu olhar
Será que está tão longe daqui
Ou de qualquer lugar
Eu não sei mais o que vou fazer
Com essa mania de vc
Porque tudo não volta a ser
Como era antes de te conhecer
Um dia após o outro
sem se preocupar com o
amanhã
Eu preciso de muito mais
Não é pouco que me satisfaz
Não pense que vou olhar pra trás
By: gregos & troianos
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(no subject)
Nov. 16th, 2005 | 11:47 pm
music: Ramirez - Não Fique Assim
Eu sei que você não olha mais pra mim
Meu bem, é o fim
quem viu sabe o quanto eu já tentei mostrar o meu amor
jamais pretendi me apaixonar
não é tão fácil assim
mas foi muito simples pra você roubar meu coração
Se eu pudesse ter seu carinho só pra mim
viveria só pra te fazer sorrir
mas sei que seu amor pertence agora a um outro alguém
então vou viver com minha solidão
Com você ao meu lado eu pude perceber
eu era seu
mas foi entregar seu coração a quem só te fez sofrer
Se eu pudesse ter seu carinho só pra mim
viveria só pra te fazer sorrir
mas sei que seu amor pertence agora a um outro alguém
então vou viver com minha solidão
Pensei em ser seu grande amor
vivia inteiro ao seu dispor
sonhava em te namorar
mas só ouvi você dizer
Não fique assim...
Não fique assim...
Não fique assim...
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Life goes easy on me...
Nov. 15th, 2005 | 09:37 am
mood:
full
music: Damien Rice - The Blower's Daughter / em mente
É, vestibular está aí.
Mudanças transbordam, por dentro e por fora. Aqui e ali. E aí. Eu estou vendo tudo mudar. Estou vendo pessoas irem, pessoas chegarem, pessoas ficarem. Estou vendo pessoas mudando. E eu simplesmente amo fazer parte disso tudo. Esse post não é direcionado a uma só pessoa, é direcionado a todas aquelas que convivem - de alguma forma - comigo. As coisas estão diferentes. Você está sentindo tudo diferente a partir de agora... Não percebeu? Abra os olhos. A verdade está à sua frente. E só você pode enxergá-la. Só você.
Oportunidades sempre surgirão. Algumas perdidas, outras conquistadas, outras muuuuuito aproveitadas... E algumas nem sempre compreendidas.
Mudanças sempre serão necessárias. O tempo todo você precisa renovar suas lentes de contato e ver o mundo de ângulos diferentes. O tempo todo. Despir-se de velhos hábitos, antigos conceitos, arcaicos sentimentos... Vestir-se de coragem - ainda que sinta medo ao mesmo tempo -, gritar o grito dos loucos - ainda que seja são-, fingir-se de insano e ser você, apenas você mesmo.
C'est la vie...
Mudanças transbordam, por dentro e por fora. Aqui e ali. E aí. Eu estou vendo tudo mudar. Estou vendo pessoas irem, pessoas chegarem, pessoas ficarem. Estou vendo pessoas mudando. E eu simplesmente amo fazer parte disso tudo. Esse post não é direcionado a uma só pessoa, é direcionado a todas aquelas que convivem - de alguma forma - comigo. As coisas estão diferentes. Você está sentindo tudo diferente a partir de agora... Não percebeu? Abra os olhos. A verdade está à sua frente. E só você pode enxergá-la. Só você.
Oportunidades sempre surgirão. Algumas perdidas, outras conquistadas, outras muuuuuito aproveitadas... E algumas nem sempre compreendidas.
Mudanças sempre serão necessárias. O tempo todo você precisa renovar suas lentes de contato e ver o mundo de ângulos diferentes. O tempo todo. Despir-se de velhos hábitos, antigos conceitos, arcaicos sentimentos... Vestir-se de coragem - ainda que sinta medo ao mesmo tempo -, gritar o grito dos loucos - ainda que seja são-, fingir-se de insano e ser você, apenas você mesmo.
C'est la vie...
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My Life, Rated...
Nov. 9th, 2005 | 01:27 pm
Já que todo mundo tá fazendo, eu também fiz!
| This Is My Life, Rated | |
| Life: | |
| Mind: | |
| Body: | |
| Spirit: | |
| Friends/Family: | |
| Love: | |
| Finance: | |
| Take the Rate My Life Quiz | |
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Devaneio...
Nov. 5th, 2005 | 05:48 pm
mood:
contemplative
Não morri. Como abacaxi em caldas à mesa do computador. Largada na cadeira. Pensamentos correndo em mente. Obrigações. Estudar. Vai chover... Está abafado e seco demais. Vai chover sim. Amanhã, bagunça no centro com as meninas à tarde. Vai ser bom (: Talvez encontrar a Rê, se ela puder ir. O relógio de vovó batendo... São 6 da tarde. O relógio nunca correu tanto. Cinco de novembro... De dois mil e cinco. Nunca mesmo...
Como será falar 'dois mil novecentos e trinta e quatro'? Será que ainda existirá vida humana?
Diga adeus e atravesse a rua
Voamos alto depois das duas
Mas as cervejas acabaram e os cigarros também
Cuidado com a coisa coisando por aí
A coisa coisa sempre e também coisa por aqui
Seqüestra o seu resgate, envenena a sua atenção
É verbo e substantivo/adjetivo e palavrão
E o carinha do rádio não quer calar a boca
E quer o meu dinheiro e as minhas opiniões
Ora, se você quiser se divertir
Invente suas próprias canções
Será que existe vida em Marte?
Janelas de hotéis
Garagens vazias
Fronteiras
Granadas
Lençóis
E existem muitos formatos
Que só têm verniz e não tem invenção
E tudo aquilo contra o que sempre lutam
É exatamente tudo aquilo o que eles são
Marcianos invadem a Terra
Estão inflamando o meu ego com ar
E quando acho que estou quase chegando
Tenho que dobrar mais uma esquina
E mesmo se eu tiver a minha liberdade
Não tenho tanto tempo assim
E mesmo se eu tiver a minha liberdade:
Será que existe vida em Marte?
Como será falar 'dois mil novecentos e trinta e quatro'? Será que ainda existirá vida humana?
Diga adeus e atravesse a rua
Voamos alto depois das duas
Mas as cervejas acabaram e os cigarros também
Cuidado com a coisa coisando por aí
A coisa coisa sempre e também coisa por aqui
Seqüestra o seu resgate, envenena a sua atenção
É verbo e substantivo/adjetivo e palavrão
E o carinha do rádio não quer calar a boca
E quer o meu dinheiro e as minhas opiniões
Ora, se você quiser se divertir
Invente suas próprias canções
Será que existe vida em Marte?
Janelas de hotéis
Garagens vazias
Fronteiras
Granadas
Lençóis
E existem muitos formatos
Que só têm verniz e não tem invenção
E tudo aquilo contra o que sempre lutam
É exatamente tudo aquilo o que eles são
Marcianos invadem a Terra
Estão inflamando o meu ego com ar
E quando acho que estou quase chegando
Tenho que dobrar mais uma esquina
E mesmo se eu tiver a minha liberdade
Não tenho tanto tempo assim
E mesmo se eu tiver a minha liberdade:
Será que existe vida em Marte?
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Dezoito quilates (continuação)
Nov. 4th, 2005 | 12:12 pm
Passos confiantes, confiantes de que agora seria diferente. Não esconderá as cicatrizes de seu passado. Deixar-se-á sangrar, mesmo que seja até morrer, se for pela verdade, pelo sentimento. Aquele peso já não existia mais. Olharia para seu passado não mais de cabeça baixa, mas reconhecendo que fez o seu melhor naquela época. Faria diferente agora. Iria procurar sua mãe, suas irmãs. Foi-se um cigarro. Suas pernas estremeceram à nítida lembrança do sorriso de suas pequenas. Mas já estava decidido. Ia pedir-lhes perdão. Ia oferecer-lhes o que poderia para ajudá-las. Onde elas estariam morando agora? Foi tomado por extrema curiosidade. Queria saber sobre quais caminhos a vida de suas irmãs caminhavam. Queria saber se haviam casado, se cuidavam de sua mãe - como ele não conseguiu cuidar - em quê se formaram, se moravam em casa ou apartamento, se tinham cachorro de estimação...
- 16:45 02/11/05
Perdeu alguns minutos ali, imaginando mil possibilidades de o que poderia ter acontecido a elas. Passos silenciosos por uma mente surda por tanto barulho. Imaginou-as felizes. E se elas não o perdoassem? Não queria pensar nisso, mas um rápido pensamento basta para plantar a semente do incômodo. Procurou em seus bolsos um cartão telefônico, achou-o em sua velha e surrada carteira. "Carteira nova", adicionou ele a uma lista mental de compras. Queria o número delas, queria ouvir a voz delas novamente. Ligou para a central de telefonia e perguntou pelo próprio sobrenome. Ouviu o nome de seu pai, seus joelhos dobraram. Anotou o número. Ouviu o nome de sua pequena maior, anotou-o. Foi tudo o que ouvira. Ia atrás do endereço agora. Voltou à banca e perguntou onde era o correio mais próximo. Era uma boa caminhada, aproveitaria para pensar. Passos silenciosos... Agora em uma mente também silenciosa. Sentiu que estava fazendo a coisa certa. Encontrou um pouco de paz consigo mesmo. Não percebera que o que estava realmente procurando era aquele sentir-se seguro, apoiado, acompanhado. Um abrigo emocional. Talvez fosse a hora de fazer as pazes com sua família, com as mulheres a quem tanto amou, e por covardia ou imaturidade abandonou. Buscava mais do que o perdão.
- 10:51 04/11/05
- 16:45 02/11/05
Perdeu alguns minutos ali, imaginando mil possibilidades de o que poderia ter acontecido a elas. Passos silenciosos por uma mente surda por tanto barulho. Imaginou-as felizes. E se elas não o perdoassem? Não queria pensar nisso, mas um rápido pensamento basta para plantar a semente do incômodo. Procurou em seus bolsos um cartão telefônico, achou-o em sua velha e surrada carteira. "Carteira nova", adicionou ele a uma lista mental de compras. Queria o número delas, queria ouvir a voz delas novamente. Ligou para a central de telefonia e perguntou pelo próprio sobrenome. Ouviu o nome de seu pai, seus joelhos dobraram. Anotou o número. Ouviu o nome de sua pequena maior, anotou-o. Foi tudo o que ouvira. Ia atrás do endereço agora. Voltou à banca e perguntou onde era o correio mais próximo. Era uma boa caminhada, aproveitaria para pensar. Passos silenciosos... Agora em uma mente também silenciosa. Sentiu que estava fazendo a coisa certa. Encontrou um pouco de paz consigo mesmo. Não percebera que o que estava realmente procurando era aquele sentir-se seguro, apoiado, acompanhado. Um abrigo emocional. Talvez fosse a hora de fazer as pazes com sua família, com as mulheres a quem tanto amou, e por covardia ou imaturidade abandonou. Buscava mais do que o perdão.
- 10:51 04/11/05
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Dezoito quilates
Nov. 1st, 2005 | 11:42 pm
O homem fuma seu cigarro enquanto caminha cabisbaixo. O tubo de papel e tabaco queimando entre seus dedos como se fosse sua alma em chamas. Quis fumar sua alma naquele momento. O dia cinzento de nuvens carregadas incompletava seu ser. Arrancava-lhe as esperanças a cada passo dado. Mais uma chance perdida. Mais uma decepção. E novamente o chão lhe foge aos pés. Acreditou, um dia desses, no passado, que seria feliz. Que nada disso aconteceria. Perdeu a chance de ser realista enquanto sonhava. Seu sonho o matou. O culpado fora ele mesmo.
O cigarro, agora jogado ao chão, fora deixado para trás. Queria fazer o mesmo com seu passado. Não conseguia. Passou a mão na barba por fazer e depois nos cabelos, como se tal gesto o ajudasse a esquecer tudo. Ao abrir seus olhos, seu passado lhe esbarrara. Aquela mulher... Agora passa indiferente. Sentiu o ódio vibrando do olhar dela, era um ódio latejante. Perdeu-se naquele olhar. Mas já estava perdido mesmo...
- 21:15
Sem um caminho a encontrar, nenhuma luz no fim do túnel. Ficou ali a olhando distanciar-se. Ela não olhou para trás. Ele se transformou no passado dela, sentia-se como aquele cigarro, deixado para trás. Sujo e pisado como seu antigo viver.
- 23:10
Viu-se na poça d'água da chuva que caíra à tarde. Viu seu rosto fantasma. Já não era o mesmo. Ou talvez seu maior erro tenha sido esse: ter sido o mesmo por todo o sempre. Não compreendia o que acontecera, já não tinha forças para querer compreender. Sentou-se à beirada da porta de um boteco qualquer e ficou a observar os próprios pensamentos. Tornara-se aquilo que sempre mais odiou. Pareceu-lhe impossível sair de tal situação. Só por milagre. Era um fracassado. Deixou-se levar pelas palavras alheias. Depois lhe tiraram até a dignidade. Não sentia mais prazer em viver. Não via mais motivos para respirar, mas faltava-lhe coragem para acabar com tudo. Ali, novamente cabisbaixo, agora mais próximo de seu cigarro, vira sua vida inteira passar por detrás de seus olhos, no escuro de sua mente. O mundo não parou. E ninguém o notou.
- 00:00
Lá ao fundo repercutiam trombetas do passado. Deixou-se levar, afinal, estava sem pressa. Passeou novamente nos jardins de sua infância, lembrou-se de seu primeiro brinquedo, a primeira paixão platônica, o primeiro zero, o primeiro 10, as pernas da professora de geografia, o primeiro beijo, os jogos de futebol com a rapaziada da rua no campinho da quadra de baixo, o braço quebrado, a primeira transa, vestibular, a primeira paixão verdadeira... Mais um flash e lembrou-se de seus sonhos de menino. Queria ser piloto ou de fórmula um ou de avião quando crescer. Com o tempo, pegou medo de altura. Depois medo de velocidade, pegou medo até de si mesmo. Sentia medo de tudo, tudo o amedrontava. O tempo. Ah, o tempo... Sempre vivera em função dele. O maldito tempo. Olhou para seu relógio de ouro. Tirou-o do pulso como de quem lhe são tiradas algemas. O dono do boteco chegou para abrir o lugar. Não possuía dinheiro em seu bolso. Olhou para o dono do boteco e para o relógio. Pôs as mãos nos joelhos e levantou-se. Caminhou alguns passos em paz. Era o relógio de seu pai. Lembrou-se com carinho dele. De repente, flash. Seu pai lhe batendo, falando que não o queria mais em casa e que não o reconhecia mais como seu filho. O chorar soluçante de sua mãe. Suas irmãs escondidas na cozinha, o cachorro latindo. Saiu e nunca mais voltou. Ainda conseguia ouvir sua mãe implorando-lhe para que não desse ouvidos ao seu pai, mas já estava de costas. Ouviu o estalar do tapa e o grito de dor enquanto atravessava a porta. Deixou-a para trás... O cigarro. Procurou nos bolsos do casaco o maço. Estava vazio. Avistou a banca da esquina e caminhou até lá. Entre um passo e outro, deu-se conta de que estava sem dinheiro. Estava sem saber o que fazer e continuou caminhando. Chegou à porta da banca e olhou para o relógio. Ali, naquela esquina desconhecida decidiu romper com seu passado. Estava disposto a isso. Prendeu-se demais a velhos hábitos, velhas atitudes, velhos pensamentos. Perdeu muito tempo com quinquilharias. Entrou na banca em passos confiantes. Pediu dois maços e ofereceu o relógio. Ouro 18 quilates. Risadas. O comerciante hesitou, olhou-o desconfiado enquanto franzia a testa. Pegou o relógio, analisou-o cuidadosamente. O eco do grito de sua mãe ainda estava em seus ouvidos. O comerciante aceitou, meio a contra gosto. E então, depois de tanto tempo, sentiu o peso que lhe saía das costas. Não ouvia mais o grito. Ficou satisfeito consigo mesmo, acendeu um cigarro e saiu, um passo atrás do outro. Uma nova vida, ainda sem rumo, mas uma nova vida.
- 00:35
O cigarro, agora jogado ao chão, fora deixado para trás. Queria fazer o mesmo com seu passado. Não conseguia. Passou a mão na barba por fazer e depois nos cabelos, como se tal gesto o ajudasse a esquecer tudo. Ao abrir seus olhos, seu passado lhe esbarrara. Aquela mulher... Agora passa indiferente. Sentiu o ódio vibrando do olhar dela, era um ódio latejante. Perdeu-se naquele olhar. Mas já estava perdido mesmo...
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Sem um caminho a encontrar, nenhuma luz no fim do túnel. Ficou ali a olhando distanciar-se. Ela não olhou para trás. Ele se transformou no passado dela, sentia-se como aquele cigarro, deixado para trás. Sujo e pisado como seu antigo viver.
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Viu-se na poça d'água da chuva que caíra à tarde. Viu seu rosto fantasma. Já não era o mesmo. Ou talvez seu maior erro tenha sido esse: ter sido o mesmo por todo o sempre. Não compreendia o que acontecera, já não tinha forças para querer compreender. Sentou-se à beirada da porta de um boteco qualquer e ficou a observar os próprios pensamentos. Tornara-se aquilo que sempre mais odiou. Pareceu-lhe impossível sair de tal situação. Só por milagre. Era um fracassado. Deixou-se levar pelas palavras alheias. Depois lhe tiraram até a dignidade. Não sentia mais prazer em viver. Não via mais motivos para respirar, mas faltava-lhe coragem para acabar com tudo. Ali, novamente cabisbaixo, agora mais próximo de seu cigarro, vira sua vida inteira passar por detrás de seus olhos, no escuro de sua mente. O mundo não parou. E ninguém o notou.
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Lá ao fundo repercutiam trombetas do passado. Deixou-se levar, afinal, estava sem pressa. Passeou novamente nos jardins de sua infância, lembrou-se de seu primeiro brinquedo, a primeira paixão platônica, o primeiro zero, o primeiro 10, as pernas da professora de geografia, o primeiro beijo, os jogos de futebol com a rapaziada da rua no campinho da quadra de baixo, o braço quebrado, a primeira transa, vestibular, a primeira paixão verdadeira... Mais um flash e lembrou-se de seus sonhos de menino. Queria ser piloto ou de fórmula um ou de avião quando crescer. Com o tempo, pegou medo de altura. Depois medo de velocidade, pegou medo até de si mesmo. Sentia medo de tudo, tudo o amedrontava. O tempo. Ah, o tempo... Sempre vivera em função dele. O maldito tempo. Olhou para seu relógio de ouro. Tirou-o do pulso como de quem lhe são tiradas algemas. O dono do boteco chegou para abrir o lugar. Não possuía dinheiro em seu bolso. Olhou para o dono do boteco e para o relógio. Pôs as mãos nos joelhos e levantou-se. Caminhou alguns passos em paz. Era o relógio de seu pai. Lembrou-se com carinho dele. De repente, flash. Seu pai lhe batendo, falando que não o queria mais em casa e que não o reconhecia mais como seu filho. O chorar soluçante de sua mãe. Suas irmãs escondidas na cozinha, o cachorro latindo. Saiu e nunca mais voltou. Ainda conseguia ouvir sua mãe implorando-lhe para que não desse ouvidos ao seu pai, mas já estava de costas. Ouviu o estalar do tapa e o grito de dor enquanto atravessava a porta. Deixou-a para trás... O cigarro. Procurou nos bolsos do casaco o maço. Estava vazio. Avistou a banca da esquina e caminhou até lá. Entre um passo e outro, deu-se conta de que estava sem dinheiro. Estava sem saber o que fazer e continuou caminhando. Chegou à porta da banca e olhou para o relógio. Ali, naquela esquina desconhecida decidiu romper com seu passado. Estava disposto a isso. Prendeu-se demais a velhos hábitos, velhas atitudes, velhos pensamentos. Perdeu muito tempo com quinquilharias. Entrou na banca em passos confiantes. Pediu dois maços e ofereceu o relógio. Ouro 18 quilates. Risadas. O comerciante hesitou, olhou-o desconfiado enquanto franzia a testa. Pegou o relógio, analisou-o cuidadosamente. O eco do grito de sua mãe ainda estava em seus ouvidos. O comerciante aceitou, meio a contra gosto. E então, depois de tanto tempo, sentiu o peso que lhe saía das costas. Não ouvia mais o grito. Ficou satisfeito consigo mesmo, acendeu um cigarro e saiu, um passo atrás do outro. Uma nova vida, ainda sem rumo, mas uma nova vida.
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